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TIGANÁ SANTANA

TIGANÁ SANTANA

TIGANÁ SANTANA

06/11 - Teatro Castro Alves

Lançando seu quarto álbum no Radioca, do selo sueco ajabu!, o compositor, cantor, instrumentista, produtor musical e pesquisador baiano Tiganá Santana apresenta um trabalho focado em canções, configurando um caminho estético que não percorria há algum tempo. A textura sonora se diferencia bastante dos discos anteriores, com presença mais significativa de instrumentos eletrônicos ao lado dos acústicos. O show também traz temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas. Ao seu lado no palco, estão Sebastian Notini (percussão), Jeferson Cauê (percussão), Aline Falcão (teclados, acordeom e voz), Ldson Galter (baixo) e Leonardo Mendes (guitarra e violão de aço), para introduzir o público num universo poético-sonoro a evocar nuanças e possibilidades incomuns.

O seu álbum de estreia, Maçalê (2009), foi o primeiro registro fonográfico brasileiro de composições autorais em línguas africanas. The Invention of Colour (2013), muito bem recebido pela crítica internacional especializada, foi gravado na Suécia e o álbum duplo Tempo & Magma (2015) foi gravado no Senegal.

No repertório estão canções de seu quarto álbum, Vida-código, que será lançado em setembro, pelo selo sueco ajabu!, além de temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas, como Muloloki, Mpangi Mbote, Suíte (Ogum de Ronda - Katende - Mukongo), Monami e Bwanana.

O músico compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, e foi o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas. Tiganá também é doutorando do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (Departamento de Letras Modernas) da Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa em torno das sentenças proverbiais bantu-kongo trazidas à baila pelo pensador congolês Bunseki Fu-Kiau.

Reconhecido por sua sonoridade afro-brasileira de múltiplas formas, seus álbuns figuram entre os mais baixados principalmente no continente europeu, segundo o World Music Charts, mas também possui faixas das mais ouvidas em rádios norte-americanas, japonesas, australianas. Foi eleito um dos dez músicos fundamentais do Brasil contemporâneo pela revista inglesa Songlines e realizou diversas turnês internacionais e nacionais. Foi curador, ao lado da equipe do Itaú Cultural, da maior exposição já feita sobre a compositora carioca D. Ivone Lara. Produziu, ao lado do músico sueco Sebastian Notini, o álbum Mama Kalunga (título de uma de suas canções), da cantora Virgínia Rodrigues, que rendeu a ela o Prêmio de melhor cantora pelo Prêmio da Música Brasileira em 2016. Produziu também o novo disco da cantora, Cada Voz É Uma Mulher, ao lado de Leonardo Mendes. Possui um livro literário publicado pela editora Rubra Cartonera, de Londrina, intitulado O Oco-Transbordo (2013).

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06/11 - Teatro Castro Alves

Lançando seu quarto álbum no Radioca, do selo sueco ajabu!, o compositor, cantor, instrumentista, produtor musical e pesquisador baiano Tiganá Santana apresenta um trabalho focado em canções, configurando um caminho estético que não percorria há algum tempo. A textura sonora se diferencia bastante dos discos anteriores, com presença mais significativa de instrumentos eletrônicos ao lado dos acústicos. O show também traz temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas. Ao seu lado no palco, estão Sebastian Notini (percussão), Jeferson Cauê (percussão), Aline Falcão (teclados, acordeom e voz), Ldson Galter (baixo) e Leonardo Mendes (guitarra e violão de aço), para introduzir o público num universo poético-sonoro a evocar nuanças e possibilidades incomuns.

O seu álbum de estreia, Maçalê (2009), foi o primeiro registro fonográfico brasileiro de composições autorais em línguas africanas. The Invention of Colour (2013), muito bem recebido pela crítica internacional especializada, foi gravado na Suécia e o álbum duplo Tempo & Magma (2015) foi gravado no Senegal.

No repertório estão canções de seu quarto álbum, Vida-código, que será lançado em setembro, pelo selo sueco ajabu!, além de temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas, como Muloloki, Mpangi Mbote, Suíte (Ogum de Ronda - Katende - Mukongo), Monami e Bwanana.

O músico compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, e foi o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas. Tiganá também é doutorando do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (Departamento de Letras Modernas) da Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa em torno das sentenças proverbiais bantu-kongo trazidas à baila pelo pensador congolês Bunseki Fu-Kiau.

Reconhecido por sua sonoridade afro-brasileira de múltiplas formas, seus álbuns figuram entre os mais baixados principalmente no continente europeu, segundo o World Music Charts, mas também possui faixas das mais ouvidas em rádios norte-americanas, japonesas, australianas. Foi eleito um dos dez músicos fundamentais do Brasil contemporâneo pela revista inglesa Songlines e realizou diversas turnês internacionais e nacionais. Foi curador, ao lado da equipe do Itaú Cultural, da maior exposição já feita sobre a compositora carioca D. Ivone Lara. Produziu, ao lado do músico sueco Sebastian Notini, o álbum Mama Kalunga (título de uma de suas canções), da cantora Virgínia Rodrigues, que rendeu a ela o Prêmio de melhor cantora pelo Prêmio da Música Brasileira em 2016. Produziu também o novo disco da cantora, Cada Voz É Uma Mulher, ao lado de Leonardo Mendes. Possui um livro literário publicado pela editora Rubra Cartonera, de Londrina, intitulado O Oco-Transbordo (2013).

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06/11 - Teatro Castro Alves

Lançando seu quarto álbum no Radioca, do selo sueco ajabu!, o compositor, cantor, instrumentista, produtor musical e pesquisador baiano Tiganá Santana apresenta um trabalho focado em canções, configurando um caminho estético que não percorria há algum tempo. A textura sonora se diferencia bastante dos discos anteriores, com presença mais significativa de instrumentos eletrônicos ao lado dos acústicos. O show também traz temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas. Ao seu lado no palco, estão Sebastian Notini (percussão), Jeferson Cauê (percussão), Aline Falcão (teclados, acordeom e voz), Ldson Galter (baixo) e Leonardo Mendes (guitarra e violão de aço), para introduzir o público num universo poético-sonoro a evocar nuanças e possibilidades incomuns.

O seu álbum de estreia, Maçalê (2009), foi o primeiro registro fonográfico brasileiro de composições autorais em línguas africanas. The Invention of Colour (2013), muito bem recebido pela crítica internacional especializada, foi gravado na Suécia e o álbum duplo Tempo & Magma (2015) foi gravado no Senegal.

No repertório estão canções de seu quarto álbum, Vida-código, que será lançado em setembro, pelo selo sueco ajabu!, além de temas que marcam a carreira do artista, primeiro na história fonográfica do Brasil a gravar, como autor, canções em línguas africanas, como Muloloki, Mpangi Mbote, Suíte (Ogum de Ronda - Katende - Mukongo), Monami e Bwanana.

O músico compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, e foi o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas. Tiganá também é doutorando do Programa de Pós-graduação em Estudos da Tradução (Departamento de Letras Modernas) da Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa em torno das sentenças proverbiais bantu-kongo trazidas à baila pelo pensador congolês Bunseki Fu-Kiau.

Reconhecido por sua sonoridade afro-brasileira de múltiplas formas, seus álbuns figuram entre os mais baixados principalmente no continente europeu, segundo o World Music Charts, mas também possui faixas das mais ouvidas em rádios norte-americanas, japonesas, australianas. Foi eleito um dos dez músicos fundamentais do Brasil contemporâneo pela revista inglesa Songlines e realizou diversas turnês internacionais e nacionais. Foi curador, ao lado da equipe do Itaú Cultural, da maior exposição já feita sobre a compositora carioca D. Ivone Lara. Produziu, ao lado do músico sueco Sebastian Notini, o álbum Mama Kalunga (título de uma de suas canções), da cantora Virgínia Rodrigues, que rendeu a ela o Prêmio de melhor cantora pelo Prêmio da Música Brasileira em 2016. Produziu também o novo disco da cantora, Cada Voz É Uma Mulher, ao lado de Leonardo Mendes. Possui um livro literário publicado pela editora Rubra Cartonera, de Londrina, intitulado O Oco-Transbordo (2013).

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Discografia
- 2015 - Tempo & Magma
- 2012 - The invention of color
- 2010 - Maçalê


Discografia
- 2015 - Tempo & Magma
- 2012 - The invention of color
- 2010 - Maçalê


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